
Lucivane Batista Tavares, 50 anos, e o atual companheiro dela, o radialista Célio Pereira da Silva, de 66 anos.
Foragido há mais de 30 dias, Aldair Alves Sobrinho, de 59 anos, o “Dairinho” morreu baleado após confronto com PMs na noite de sábado (12/9) na zona rural de Cromínia, na região Sul de Goiás. Investigações apontam que, no último dia 2 de agosto, ele matou com várias facadas a ex-companheira Lucivane Batista Tavares, 50 anos, e o atual companheiro dela, o radialista Célio Pereira da Silva, de 66 anos.
Procurado desde o dia dos crimes, Dairinho foi localizado por uma equipe da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Caldas Novas, que, desde o início da semana passada, vinha colhendo informações sobre o paradeiro dele.
No dia em que atacou a ex e o companheiro dela, o assassino tinha uma medida protetiva que, teoricamente, deveria impedi-lo de se aproximar da mulher. Após o feminicídio e o homicídio, ele ligou para um dos filhos que teve com Lucivane e contou que havia cometido os crimes.
Comoção
A morte do radialista, que atuava na Rádio Fênix, em Pontalina, provocou comoção de familiares, amigos e colegas de profissão. “Trabalhamos juntos na mesma emissora de rádio. Célio era um cara querido. De segunda a sexta apresentava sertanejo e aos domingos Túnel do Tempo. Era um cara extraordinário, parceiro, gentil e acima de tudo, muito profissional”, comentou um colega nas redes.
Outras mensagens também foram publicadas em homenagem ao radialista. “Descansa em paz, meu tio… Crueldade fizeram com você”, escreveu a sobrinha Neili Laine Golveia. “Inacreditável. Tão de boa, tão alegre e prestativo”, lamentou outro conhecido. “Celim sempre me buscava em Goiânia para visitar meus avós! Pessoa muito especial!”, publicou uma amiga.