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Corretora de imóveis, natural de Uberlândia, está desaparecida há quase um mês em Caldas Novas, onde morava

de Antônio Paulino
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O mistério em torno do paradeiro da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, 43, completa um mês na próxima sexta-feira (17) sem que a Polícia Civil de Goiás tenha pistas concretas sobre seu paradeiro. Natural de Uberlândia, Daiane desapareceu na noite de 17 de dezembro, em Caldas Novas (GO), após descer ao subsolo do prédio onde morava para verificar uma queda de energia.

O caso, que mobiliza parentes e amigos no Triângulo Mineiro e no interior goiano, é marcado por lacunas tecnológicas e um silêncio digital absoluto. De acordo com a investigação, a corretora foi filmada pelas câmeras de segurança do elevador indo em direção aos quadros de energia do condomínio. Nas imagens, ela portava apenas o celular. Desde que saiu do campo de visão da única câmera do subsolo, Daiane não foi mais vista.

Até o momento, nenhuma hipótese, como sequestro ou acidente em área confinada, foi oficialmente descartada, mas também não houve pedidos de resgate ou indícios de crime passional

A família de Daiane, residente em Uberlândia, possui seis apartamentos de veraneio em Caldas Novas, os quais eram administrados pela corretora. O plano era que ela retornasse à cidade mineira para o Natal, mas o contato cessou abruptamente.

Ela desceu apenas para resolver um problema rotineiro. Não levou bolsa, documentos ou roupas”, afirma a mãe, Nilse Alves Pontes. Segundo a família, o local onde ficam os relógios de energia é um “ponto cego” para o sistema de monitoramento do edifício. Não há registros de Daiane saindo do prédio por passagens de pedestres ou pela garagem.

A quebra do sigilo bancário da corretora não revelou movimentações após o sumiço. O sinal do celular também desapareceu, e varreduras realizadas pela polícia no entorno do condomínio não encontraram vestígios do aparelho ou da vítima.

A angústia da família transformou-se em pressão pública. Após contratar carros de som em Caldas Novas e realizar atos na cidade goiana, os familiares trazem o apelo para Minas Gerais.

Uma manifestação está agendada para esta sexta-feira (17), na Praça Tubal Vilela, no centro de Uberlândia. O objetivo é cobrar celeridade das autoridades goianas e evitar que o caso caia no esquecimento.

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