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Goiás: Estado forte no agronegócio e agora começa a produzir automóveis elétricos

de Antônio Paulino
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O Brasil cresce menos do que Goiás. Portanto, se dependesse unicamente do Estado do Centro-Oeste, o país estaria crescendo acima de 2% ano.

O PIB de Goiás representava 1,78% do total do PIB do Brasil, em 1991. Trinta e um anos depois, em 2022, o Estado passou a significar 2,95% do PIB nacional.

Professor da PUC-Goiás e ex-secretário da Fazenda do governo do Estado, o economista Valdivino Oliveira frisa: “Quase dobramos nossa contribuição relativa. Desde 1996, Goiás está acima do crescimento médio nacional, do Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Goiás expandiu sua fronteira agrícola, passando a ser um grande produtor e isso trouxe a agroindústria. Temos no Estado muitas plantas fabris de óleos, fármacos, beneficiadoras agropecuárias. A agroindústria veio porque Goiás a atraiu com incentivos fiscais. Em 1996, não fabricávamos nem bicicletas, e a partir dos anos 2000, passamos a produzir veículos. Chegamos a ter quatro montadoras simultaneamente: Mitsubishi, Chery, Hyundai e Suzuki. Goiás tem uma fábrica de tratores, a John Deere, em Catalão. Anápolis possui um polo de indústrias químicas. Então, ampliamos a produção de manufaturados rapidamente graças aos incentivos fiscais”.

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