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Jussara recebe autorização para exportar melancia, melão e abóbora

de Antônio Paulino
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Por meio do trabalho da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), órgão do Governo de Goiás, mais um município foi incluído no Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para a praga _Anastrepha grandis_, uma espécie de mosca-das-frutas, em cultivos de cucurbitáceas, como melancia, melão e abóbora. Com isso, a partir de agora, produtores de Jussara, na Região Noroeste do Estado, poderão exportar frutos frescos de cucurbitáceas para países que têm restrições quarentenárias com relação à praga.

Jussara é o 17º município goiano a receber o status que permite a exportação desses frutos. O reconhecimento foi feito pela Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (SDA/Mapa), com a publicação da Portaria nº 1.002/2024 no Diário Oficial da União (DOU) de 1º de fevereiro de 2024.

“A Agrodefesa tem um papel muito importante junto ao fruticultor, auxiliando-o quanto à legislação e normas técnicas para habilitar questões, como essa das exigências para exportação de cucurbitáceas, como melancia, melão e abóbora, que têm grande importância econômica para o nosso Estado”, avalia o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos. “Ter mais um novo município reconhecido é mérito também dos nossos servidores que, junto aos responsáveis técnicos engenheiros agrônomos, têm obtido resultados importantes como esse para o nosso Estado.”

O status tem sido alcançado pelos municípios goianos desde 2006, sendo implementado primeiramente em Uruana, Carmo do Rio Verde, Itapuranga e Jaraguá – grandes produtores de frutas no Estado. Além desses municípios, também foram reconhecidos com o status: Rio Verde, Santa Helena, Maurilândia, Cristalina, Ipameri, Goianésia, São Miguel do Araguaia, Edealina, Luziânia, Nova Crixás, Rubiataba e Porangatu.

“O trabalho da Agrodefesa vai desde a orientação quanto aos procedimentos, preparação da documentação junto ao responsável técnico, até os trâmites com o Ministério para o reconhecimento do Sistema de Mitigação de Risco para essa praga”, explica a gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Daniela Rézio.

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