Durante alguns meses do ano, os galhos das jabuticabeiras de Hidrolândia ficam tão carregados que quase desaparecem debaixo de milhares de frutos escuros.
Boa parte da produção segue o caminho mais simples: é colhida, vendida ou consumida diretamente nos pomares.
Mas outra parcela começa uma transformação capaz de fazer a jabuticaba permanecer à venda muito depois de a fruta fresca desaparecer dos pés.
Em propriedades do município, ela vira geleia, doce, suco, licor e até vinho artesanal, criando novas formas de comercialização para produtores e famílias que vivem da cultura. A Emater estima que a produção anual local ultrapasse 2,8 mil toneladas.

Safra movimenta propriedades rurais nesta época do ano e mostra como um fruto delicado pode continuar gerando renda mesmo depois da colheita